A Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovou, em 2º turno nesta quarta-feira (08/04), o Projeto de Lei nº 807/2023, de autoria da deputada estadual Maria Clara Marra. A proposta reconhece Patrocínio como capital estadual do café.
O texto valoriza a força de um município que se consolidou como referência na produção de café em Minas Gerais e no Brasil.
MG lidera a produção e Patrocínio é protagonista
Minas Gerais responde por cerca de 45% da produção de café do país e lidera o ranking nacional. Nesse cenário, Patrocínio ocupa posição de destaque, com uma produção robusta e presença forte na cadeia cafeeira.
O município reúne tradição, tecnologia e produtividade. O café movimenta a economia local, gera empregos e sustenta milhares de famílias no Alto Paranaíba.
“A gente está falando de uma atividade que move a vida de muitas famílias. Patrocínio cresceu junto com o café, e eu conheço de perto essa realidade, porque também venho do agro. Esse reconhecimento mostra a força do nosso produtor e o quanto essa cadeia é essencial para Minas.”
Uma cadeia que sustenta famílias e movimenta a economia
Por trás de cada saca produzida, existe uma rede que vai muito além da lavoura. A cafeicultura em Patrocínio envolve o beneficiamento, o transporte, o comércio e a exportação, conectando diferentes setores e gerando oportunidades em toda a região.
Esse movimento mantém a economia ativa ao longo do ano, fortalece o comércio local e garante renda para milhares de famílias. Não por acaso, o café segue entre os principais produtos da pauta de exportações de Minas Gerais, com impacto direto na economia do estado.
“Quando a gente fala do café, não é só sobre produção. É sobre emprego, renda e desenvolvimento. É sobre gente que acorda cedo todos os dias e faz a economia girar. Nosso papel é reconhecer isso e criar caminhos para fortalecer ainda mais o setor.”
Reconhecimento fortalece identidade e abre oportunidades
O título de capital estadual do café reforça a identidade de Patrocínio e amplia a visibilidade do município.
Além do impacto econômico, o café está presente na história, na cultura e no cotidiano da cidade. O reconhecimento institucional pode impulsionar novas oportunidades, inclusive no turismo e na valorização da produção local.
Com a aprovação em 2º turno, o projeto segue agora para sanção do governador.