Este M1OL manifesta publicamente sua indignação com o cenário vergonhoso que vem se repetindo nas entradas e saídas da cidade, especialmente ao longo das estradas rurais que ligam a cidade as comunidades rurais.
O que deveria ser área de acolhimento e passagem se transformou, por ação deliberada de alguns, em um depósito irregular de lixo a céu aberto.
A Secretaria Municipal de Obras Públicas limpa. Limpa de novo. E, em alguns casos, antes mesmo de completar 12 horas, o lixo reaparece – como se tivesse horário marcado.
Resultado? Homens, máquinas e dinheiro público desperdiçados para corrigir a preguiça cívica de quem prefere transformar a estrada em lixão. Um (re)trabalho absurdo, caro e injustificável.
Enquanto isso, obras e intervenções realmente necessárias ficam em segundo plano. Não por incompetência da gestão, mas porque alguém decidiu que a cidade é grande demais para se importar.
É preciso entender algo simples: cidade não é aterro, estrada não é caçamba e servidor público não é empregado de gente mal-educada. Quem suja, atrasa. Quem suja, custa caro. E quem suja revela, sem rodeios, o tamanho da própria irresponsabilidade e descaso.
Limpar a cidade todo dia é dever do poder público. Não sujá-la é obrigação de quem mora nela. O resto é só lixo – em todos os sentidos.