Leandro Caixeta, vereador e vice-presidente da Casa de Leis rangeliana, se mostrou indignado por – segundo ele – ter seu raciocínio interrompido enquanto finalizava sua participação no Grande Expediente da 6ª ordinária nesta terça-feira (23/3).
Leandro discorria sobre verbas repassadas a Patrocínio pelo deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL) quando seu tempo de tribuna se esgotou. Ele solicitou mais 1 minuto para finalizar a fala, o que foi negado pelo presidente Níkolas Elias.
Em ato continuo, sentado ao lado de Elias, Caixeta desabafou: “Presidente, vou concordar com a sua atitude porque vossa excelência é o presidente da Casa e eu tenho respeito pelo seu posicionamento, mas vou ‘desconcordar’ de você não me dar a palavra para concluir um assunto tão relevante dentro do nosso município no Grande Expediente. Você não compare a minha fala com a de outro vereador, porque você não deu (a palavra!) para ele não quis me dar a palavra para concluir um assunto de alta relevância sem atacar ninguém aqui dentro dessa casa. Então não pode ser comparado um vereador com outro… Posicionamentos são independentes. Obrigado.”
Na sequência, o presidente Nikolas Elias reagiu de forma didática e pausadamente: “Na posição que eu estou de liderança desta Casa eu tenho que ter coerência com todos os vereadores. Sendo assim, não foi dada a palavra para o senhor realmente por este motivo que colocou… Não foi dada a razão para o vereador que estava com a palavra anteriormente para não se quebrar o Regimento e então, da mesma forma, não demos a palavra a vossa excelência pelo mesmo motivo.” – finalizou.
Conclusão final: tudo acabou bem pois nenhuma excelência feriu o direito de outra excelência…