Nos bastidores sempre irrequietos da Casa de Leis rangeliana, um assunto começa a tomar forma e substância, mesmo que sua decisão só venha lá no apagar das luzes do ano: a eleição da nova Mesa Diretora do Legislativo para o biênio 2027/2028
A escolha acontece tradicionalmente na última reunião ordinária do ano, Nada de trilha sonora, tapete vermelho, discursos inflamados ou clima de posse solene. A coisa se resolve no vapt-vupt legislativo.
Décadas atrás, inclusive, houve uma eleição da Câmara que foi definida na base da cumbuca: nomes numa caixa de sapato e sorteio digno de ‘amigo oculto’ de confraternização.
Hoje, dois players têm se destacado nesta primeira rodada de especulações: o atual vice-presidente da Casa, Leandro Caixeta e o ex-secretário de Desenvolvimento Social do GDM, pastor Alércio Luzia.
Pelos corredores, comenta-se que um deles seria a indicação do atual presidente Níkolas Elias. O outro, da preferência do prefeito Gustavo Brasileiro.
E como toda boa eleição interna tem seu fator surpresa, um terceiro nome começa a circular com força crescente: o vereador do DC, Markim Remis, que surge como alternativa bem avaliada entre os pares.
Dos 15 vereadores atuais, três podem participar da votação, mas não podem ter o próprio nome na urna: os suplentes Humberto Bebé, dr. Marco Antônio e Alcides Dornelas entram no plenário com direito a voto, mas fora da disputa.