Desportistas de Patrocínio, especialmente integrantes das equipes master do futebol amador, demonstram insatisfação diante de uma possível nova medida da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (SMEL).
De acordo com informações repassadas ao M1OL, dirigentes de clubes esportivos teriam sido comunicados verbalmente de que, a partir de agora, a utilização dos campos de futebol municipais passaria a ser tarifada em R$ 45,00 por hora, a título de “taxa de uso”.
As equipes master costumam realizar suas partidas aos finais de semana, com duração média de três horas. Caso a cobrança semanal seja mantida, cada agremiação desembolsaria R$ 135 por jogo, o que resultaria em uma arrecadação mensal de aproximadamente R$ 540 por equipe.
Em um cálculo simples, considerando as 11 equipes atualmente cessionadas, a SMEL poderá arrecadar mais de R$ 7 mil por mês (e consequentemente mais de R$84 mil/ano) com a medida.
Ainda não há informações oficiais se a taxa também será aplicada aos campos localizados na zona rural e nem se o chamado “espaço da resenha”, anexo aos campos, também estaria sujeito à cobrança.
Nos bastidores, lideranças ligadas diretamente ao prefeito Gustavo Brasileiro (que também gosta de um futebol aos finais de semana) já articulam movimentos para tentar barrar a chamada “taxa da bola”.
Mas a pergunta que fica é uma só: Será que há necessidade de se queimar o filme só por isso mesmo..?