Nos últimos dias, quem acompanha as redes sociais dos políticos e da política patrocinense tem se deparado com um fenômeno curioso: a avalanche quase diária de “denúncias” contra o secretário de Obras Públicas, Thiago Malagoli.
Até aí, nada de novo no mundo da política. Fiscalizar é saudável, cobrar é necessário, criticar faz parte do jogo e apontar problemas é um direito legítimo de qualquer cidadão.
O curioso, porém, é o conteúdo de boa parte dessas publicações. Em vez de trazer fatos consistentes ou algo que realmente cause indignação pública, muitas acabam escorregando para o terreno do… digamos… entretenimento involuntário.
O resultado é que ao invés de gerar revolta, os posts acabam por provocar comentários irônicos e aquela sensação de “vergonha alheia”, ou seja, mostra que o denunciante perdeu a noção do ridículo e não se cansa de apertar o botão do “forçar narrativa”.
No fim das contas, algumas dessas publicações acabam cumprindo um papel inesperado: transformam a timeline em um verdadeiro stand-up político, cheio de trocadilhos infames e piadas ruins.
E na política rangeliana das redes sociais, o ditado “é mais fácil tirar foto do buraco do que tampá-lo” nunca foi tão atual como agora.