A corrida pelo governo de Minas Gerais em 2026 ainda não conquistou a atenção, o coração e as mentes da maior parte do eleitorado.
Segundo pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas (registro TSE MG-03797/2026), mais de 80% dos mineiros não têm candidato definido.
Na modalidade espontânea, 75,3% afirmaram não saber em quem votar e 5,7% disseram que votariam em branco ou nulo.
Entre os nomes lembrados espontaneamente, o senador Cleitinho Azevedo aparece na frente com 5,7%, seguido pelo governador Romeu Zema (4,7%), o deputado federal Nikolas Ferreira (4,6%), o presidente do Senado Rodrigo Pacheco (3,8%) e o vice-governador Mateus Simões (2%). Outros nomes, como Alexandre Kalil e Gabriel Azevedo, tiveram menos de 1%.
Análise política: cenário aberto e em construção
O dado mais relevante não é a liderança de um nome específico, mas sim o alto índice de indefinição. Isso revela que a eleição estadual ainda não começou para o eleitor comum.
A pesquisa espontânea mede o chamado recall político, ou seja, quem já está na memória da população. Mesmo assim, a maioria absoluta não aponta preferência.
Nos bastidores, analistas avaliam que o tabuleiro eleitoral mineiro está em fase inicial. Muitos dos nomes citados ainda não confirmaram candidatura e dependem de articulações partidárias previstas para 2025.
Além disso, figuras como Zema e Nikolas aparecem mais pela exposição pública e peso político do que por estarem oficialmente na disputa.
Esse cenário indica que a eleição de 2026 em Minas Gerais segue totalmente aberta, com espaço para novas alianças e projetos que só devem ganhar corpo nos próximos meses.