Com uma narrativa cheia de nuances e particularidades, digna de roteiro de filme de suspense/espionagem, o site e o canal SBT News veicularam nesta quarta (22/7) extensa reportagem tendo como pano de fundo a terra rangeliana.
O contexto da matéria conta que a Polícia Federal estaria investigando suspeitas de crimes eleitorais relacionados à campanha que elegeu o atual prefeito Gustavo Brasileiro (DC) em 2024.
Um dos principais investigados, registra o texto, é Eduardo Abrunhosa, diretor do Instituto Presbiteriano Mackenzie, que atuou como consultor voluntário da campanha.
Segundo a investigação, mensagens de WhatsApp apontam indícios de produção de conteúdo falso contra adversários e de promessas de cargos públicos e pagamentos em troca de apoio político.
O inquérito teve início após dois ex-aliados de Abrunhosa entregarem à PF conversas registradas em cartório num documento chamado Ata Notarial.
Os investigadores apuram se houve pagamentos não declarados na prestação de contas da campanha e oferta de cargos públicos. Um dos denunciantes chegou a ser contratado pela Prefeitura após o registro da denúncia, mas posteriormente foi exonerado por outro episódio.
A versão dos envolvidos
Ao SBT News, Eduardo Abrunhosa nega qualquer irregularidade, afirma que atuou de forma voluntária na campanha e sustenta que as mensagens foram retiradas de contexto.
O Instituto Presbiteriano Mackenzie informou ao canal de TV que não é alvo da investigação e que não tem relação com atividades particulares de seus colaboradores.
Já a Prefeitura de Patrocínio, através de nota oficial assinada pela Secretaria Municipal de Comunicação e Imprensa da Prefeitura de Patrocínio declarou desconhecer a existência de inquérito envolvendo o prefeito ou a administração municipal e afirmou atuar em conformidade com a legislação.